Empresários Chamados a Apostarem nos Mercados Preferenciais

Empresários Chamados a Apostarem nos Mercados Preferenciais

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Os empresários moçambicanos são chamados a apostarem nos mercados preferenciais, tais como o Japão, China, Estados Unidos, de modo a aproveitar as oportunidades que os mesmos oferecem.

“Há que explorar o programa que contempla debates de divulgação de oportunidades de comércio e investimentos sendo de destacar o acesso preferencial a esses mercados”, disse o Chefe de Estado moçambicano, Filipe Nyusi, que falava hoje, em Maputo, durante a abertura da 57ª edição da Feira Internacional de Maputo (FACIM-2022), em curso no distrito de Marracuene, província de Maputo.

Segundo o estadista moçambicano, os empresários deverão também explorar o potencial económico existente nas províncias de todo o país, servindo como oportunidades para o mapeamento da cadeia de valor no quadro dos corredores de desenvolvimento em zonas económicas especiais onde se destacam os programas Sustenta, PRONAI e projectos de agroprocessamento industrial na zona económica integrada.

Recordou que Moçambique possui uma vasta extensão de terra arável para agricultura, bacias hidrográficas, linha de costa com praia e mar, condições para turismo e recursos minerais sendo referência global alguns destes sectores.

“A localização geográfica que coloca Moçambique como uma porta de entrada mais eficiente para os países do Interland, também pode desempenhar um papel importante na sua posição relativamente a Ásia e ao extremo Oriente.

Acresce a este domínio as medidas que o governo pretende introduzir para melhorar a mobilidade de pessoas, particularmente na obtenção de vistos para os investidores incluindo os especialistas e técnicos que asseguram a produção.

“Adiciona-se ainda a integração no mercado da SADC e no continente africano pela aderência ao acordo da zona do comércio livre continental de África que possui um mercado de mais de 1,3 biliões de consumidores e as melhorias do ambiente de negócios na introdução de novas plataformas de trabalho na relação entre as empresas e o fisco”, realçou.

Prometeu que o governo vai continuar a fazer a sua parte, produzindo a legislação necessária e um quadro regulamentar mais atractivo à estabilidade política e a tradição democrática de mais de 29 anos.

Para Nyusi, estas acções poderão contribuir para que o país possa dar um passo rumo a autonomia económica.

Além de ser uma oportunidade para cada expositor exibir os seus produtos e serviços, a feira é também um lugar para contactos entre empresários e celebração de parcerias.

A FACIM é igualmente um palco cultural e feira gastronómica, promovendo espectáculos musicais e proporcionando a possibilidade de os visitantes provarem os pratos tipicamente moçambicanos e internacionais nos vários espaços.

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