Procura-se Parceiro Para Modernização da FACIM

Procura-se Parceiro Para Modernização da FACIM

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O governo moçambicano, através da Agência de Promoção de Investimentos e Exportações (APIEX), pretende requalificar o Centro Internacional de Feiras e Exportações localizado no distrito de Marracuene, província meridional de Maputo, com vista a executar, de forma sustentável, o projecto de desenvolvimento e modernização do espaço, tendo como modelo de financiamento o regime de parceria público-privada.

Para o efeito, a APIEX acaba de lançar um concurso público para a contratação de um parceiro estratégico visando ao desenvolvimento, construção e gestão de infra-estrutura da Feira Internacional de Maputo (FACIM).

Fonte da instituição referiu ao “Notícias” que a finalidade deste concurso é desenvolver um conceito com infra-estruturas modernas que contemplem, como prioridade, pavilhões multiusos e temáticos, espaço de exposição agro-pecuária, área de recreação, zona de restauração, parque de estacionamento de viaturas e outros empreendimentos correlacionados.

A modernização da FACIM vem sendo discutida ao longo de anos. Na edição deste ano, o ministro da Indústria e Comércio, Carlos Mesquita, chegou mesmo a defender que, antes do encerramento da feira, as partes interessadas deviam discutir o futuro das infra-estruturas e a sua rentabilização. É que, desde a sua transferência para Ricatla, no distrito de Marracuene, há cerca de uma década, a FACIM decorre em tendas gigantes, algumas das quais são anualmente instaladas para acolher o certame por um período máximo de sete dias.

Carlos Mesquita entende que a FACIM tem de transitar para infra-estruturas definitivas e que sejam rentabilizadas, independentemente da existência ou não da feira.

Para Mesquita, ao longo de cinco décadas e meia, e de forma regular, a FACIM tem sido um evento de referência para empresários e empreendedores nacionais e estrangeiros que pretendem identificar e promover oportunidades de negócio e expandir mercados para os seus bens e serviço.

No anúncio do concurso, a APIEX faz saber que as empresas ou consórcios concorrentes devem apresentar um plano de negócios, outro de implementação e a estratégia para o financiamento dos projectos em toda a área da FACIM.

Acrescenta que, entre os projectos propostos, os concorrentes devem dar primazia a um pavilhão multiusos convencional, com dimensão de 2,1 hectares de área, cuja finalidade principal é acolher a realização de exposições e vários outros eventos afins; três pavilhões temáticos convencionais, com dimensões de 2,0 hectares de área.

Devem ainda submeter o cronograma com a indicação das diferentes fases do projecto, desde a concepção, passando pela construção e início da exploração.

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